Thinking like a Manager – Cabo Verde

Vulcao do Fogo

Fogo - Cabo Verde

Porque falar da Economia e Gestão inteligente? Bom, são essas temáticas que me parecem importantes serem abordados, no desígnio da prosperidade e desenvolvimento contínuo e ascendente de uma Nação – Cabo Verde olá!

O Mundo entende que o País está a desenvolver a passos largos, no entanto, pergunto a que se devem essas evoluções? E, se os apoios de Millenium Challenge accounting (MCA) fossem menos ou mesmo se acabassem, como viveria o país? A União Europeia (EU) é cada vez um parceiro perfeito para Cabo Verde (CV), pois é, mas, e se não fosse? Como viveria o país?

É evidente que o País precisa, como qualquer outra Nação, dessas cooperações para se poder desenvolver, e, são muito bem-vindas, obviamente! Primeiro porque Cabo-Verde é uma Nação relativamente muito Jovem, i.e., não conhece grandes avanços macroeconómicos e industriais e o tecido empresarial é escandalosamente frágil.

No meu entender, acredito que CV deveria, firmemente apostar no desenvolvimento do Sector de Serviços, nomeadamente através dos apoios concretos para a criação de novos projectos com projecção não só Nacional, mas já com uma visão Internacional; ajudar as empresas através dos Impostos com efeito directo e diminuir ou negociar os Impostos Alfandegários (IA) para valores a medida das possibilidades dos pequenos Empresários Nacionais. Vamos lá: vamos, rapidamente, apostar em Novas Tecnologias; vamos especializar o nosso turismo em SOL e Praia; vamos construir a maior estátua do Mundo no seio da Ilha da Boa Vista, onde se possa ver o poderoso Oceano Atlântico e a Cabo-verdianidade, onde a imagem espelha a independência e a liberdade. Vamos lá Cabo Verde!

Porque nós não investimos no nosso país? Há ou não disponibilidades financeiras?

A corrupção, o roubo excessivo e não responsabilidade das autoridades cabo-verdianas são apenas algumas extensas e espessas barreiras que nos impossibilitam de acordar o animal empreendedor que há dentro de nós. Outra questão igualmente interessante, é o factor energético – uma desnutrida gestão e notável incompetência dos principais parceiros aliados daquela empresa, onde nunca se conseguiu resolver o problema que assola o País já desde a sua independência.

Tudo isto, para dizer que o País deve, imperiosamente apostar na criação da fonte onde os cabo-verdianos se possam inspirar o empreendedorismo e a vontade de se tornarem empresários de referência, para que, assim, possam desenvolver o País: Criando empregos; melhorar as condições de vida; e, promover a igualdade e distribuição dos rendimentos e aumentar a competitividade do País, através de posições estratégicas.

Eu continuo com a expectativa de dias melhores na gestão das coisas em CV, dos escassos recursos que este dispõe e da forma racionalizado como poderiam ser trabalhados. Cabo-verde continua a dar que falar!

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