Marcelo Rebelo de Sousa – Votar Cabo Verde

Marcelo sobre Cabo verde – Veiga ou Neves – Votar Cabo Verde

Prof. Marcelo sobre Cabo Verde
Marcelo Rebelo Sousa, uma personalidade ímpar, e, singular, no contexto político e social em Portugal,e, para mim, considero-o uma das maiores personalidade no ambiente da Lusófonia; primeiro porque é um cidadão muito ativo e preocupa-se em dar o seu contributo, quanto mais não seja, uma visão individual, coerente e rigoroso.

Porque falar de questões relacionados às políticas internas de Cabo Verde, Sr.Prof. Marcelo Sousa?

Parece evidente e bastante notável a preocupação/intervenção de todos os cidadãos losófonos, particularmente, gentes ligadas à Política e altas classes sociais em querer se envolver no contexto “Lusófono”.
Em Portugal, há uma vontade cívica e naturalmente legitimo, onde todos, ou melhor uma parte muito significativa gostaria de ver os povos uma vez mais unidos e suficientemente muito fortes, mas desta feita, unidos no progresso, na prosperidade, Investigação e Desenvolvimento ( I&D), e, nomeadamente, em várias outras áreas do saber.

Os Cabo-verdianos, sempre ambicionam vir a fazer parte da União Européia, mas como lá chegar? A questão é essa; Portugal poderia ou não nos ajudar a conseguir este desafio? Sem querer entra nesta temática gostaria de salientar que foram os Portugueses, foi Portugal que deu o primeiro passo e, assim, fazer que os cabo-verdianos pudessem sonhar e sonhar num futuro risonho e “porreiro pah” como dizia, lá, o Sr. Durão Barroso ao Presidente, Sr. Eng.º Sócrates na Cimeira do Tratado Lisboa.

Vamos ver uma entrevista que o Sr. Prof. Marcelo Rebelo de Sousa deu em Cabo Verde.

É o caso de Pedro Pires que saiu particularmente maltratado, simbolicamente enterrado e tudo.

Nem mais. Em política ninguém está definitivamente morto. O sistema cabo‑verdiano tendeu a evoluir no sentido de dois partidos de poder. Para um partido de poder, estar duradouramente fora do poder é muito complicado. Eu vejo isso pelo PSD, que agora está de novo próximo do poder. Mas antes disso esteve mais de seis anos fora do poder e tirando aqueles três anos (Durão Barroso e Santana Lopes) são uma dúzia de anos. Às tantas, o PSD acabou por ficar um partido autárquico. O mesmo aconteceu com o PS durante o governo de Cavaco Silva. Por maioria de razão em Cabo Verde, onde o Estado tem um peso maior, o partido acaba por estar muito dependente do exercício do poder.

Leia mais aqui, vamos lá!

**[Os artigos publicados nesta página encontram-se adaptados ao abrigo do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa].

Entrevista Marcelo Rebelo de Sousa. Cabo Verde

 

Licenciado em Enterprise Management e especialista em Banca e Seguros:

Adérito Barros Sou cabo-verdiano, vivo actualmente em Portugal e tenho vindo a desenvolver e investigar temas relevantes para os países menos avançados.

 

By MrBarrosw

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